Um outro capitulo inacabado… a vida. Nela se relata diversas emoções constantes dum ser humano inoportuno, sensibilizado pelas equações sussurrais da Natureza. O tempo que envelhece, mas que nunca se demonstra intimidado pelo relógio. O traço horizontal e vertical, rebatido e invertido, diversificado e intersectado, por mais que tente ser subjectivo nunca se apresenta digno de uma emoção. Na arte, a diferença se opõem, mostrando-se assim objectivo, num leve tom, num forte tom, ou noutro tom de grafite gasta, velha, mas só que se apresenta firme no desenho de papel branquinho. 


A vida é como um rascunho...



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